segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

A voz do povo.

"Mesmo o mais corajoso entre nós só raramente tem coragem para aquilo que ele realmente conhece”.(Nietzsche).
“Só tardiamente ganhamos a coragem de assumir aquilo que sabemos, tardiamente na velhice". ( Alberto Camus) Como ainda não estou "muito velho" rsrsrs...ganhei coragem. Vou dizer aquilo sobre o que penso:

“O povo unido jamais será vencido”, é disso que eu tenho medo. Em tempos passados, invocava-se o nome de Deus como fundamento da ordem política. Mas Deus foi exilado e o “povo” tomou o seu lugar, a democracia é o governo do povo. Não sei se foi bom negócio; o fato é que a vontade do povo, além de não ser confiável, é de uma imensa mediocridade. Basta ver os programas de TV que o povo prefere,..." Novelas incentivando ao sexo imoral e comercial, mulheres hortifruti, A Teologia da prosperidade,... Libertação sacralizou o povo como instrumento de libertação histórica.


Nada mais distante dos textos bíblicos. Na Bíblia, o povo e Deus andam sempre em direções opostas. Bastou que Moisés, líder, se distraísse na montanha para que o povo, na planície, se entregasse à adoração de um bezerro de ouro.Voltando das alturas, Moisés ficou tão furioso que quebrou as tábuas com os Dez Mandamentos. E a história do profeta Oséias, homem apaixonado! Seu coração se derretia ao contemplar o rosto da mulher que amava! Mas ela tinha outras ideias. Amava a prostituição.


Pulava de amante em amante enquanto o amor de Oséias pulava de perdão a perdão. Até que ela o abandonou. Passado muito tempo, Oséias perambulava solitário pelo mercado de escravos. E o que foi que viu? Viu a sua amada sendo vendida como escrava. Oséias não teve dúvidas. Comprou-a e disse: “Agora você será minha para sempre.” Pois o profeta transformou a sua desdita amorosa numa parábola do amor de Deus. Deus era o amante apaixonado.O povo era a prostituta.Ele amava a prostituta, mas sabia que ela não era confiável. O povo preferia os falsos profetas aos verdadeiros, porque os falsos profetas lhe contavam mentiras.


As mentiras são doces; a verdade é amarga. Os políticos romanos sabiam que o povo se enrola com pão e circo. No tempo dos romanos, o circo eram os cristãos sendo devorados pelos leões. E como o povo gostava de ver o sangue e ouvir os gritos! As coisas mudaram; Os cristãos, de comida para os leões, se transformaram em donos do circo. O circo cristão era diferente: judeus, bruxas e hereges sendo queimados em praças públicas. As praças ficavam apinhadas com o povo em festa, se alegrando com o cheiro de churrasco e os gritos. Reinhold Niebuhr, teólogo moral protestante, no seu livro “O Homem Moral e a Sociedade Imoral” observa que os indivíduos, isolados, têm consciência.


São seres morais, sentem-se “responsáveis” por aquilo que fazem. Mas quando passam a pertencer a um grupo, a razão é silenciada pelas emoções coletivas. Indivíduos que, isoladamente, são incapazes de fazer mal a uma borboleta, se incorporados a um grupo tornam-se capazes dos atos mais cruéis. Participam de linchamentos, são capazes de pôr fogo num índio adormecido e de jogar uma bomba no meio da torcida do time rival. Indivíduos são seres morais. Mas o povo não é moral. O povo é uma prostituta que se vende a preço baixo. Seria maravilhoso se o povo agisse de forma racional, segundo a verdade e segundo os interesses da coletividade. É sobre esse propósito que se constrói a democracia.


Mas uma das características do povo é a facilidade com que ele é enganado. O povo é movido pelo poder das imagens e não pelo poder da razão. Quem decide as eleições e a democracia são os produtores de imagens. Os votos, nas eleições, dizem quem é o artista que produz as imagens mais sedutoras.O povo não pensa. Somente os indivíduos pensam. Mas o povo detesta os indivíduos que se recusam a ser assimilados à coletividade. Uma coisa é a massa de manobra sobre a qual os espertos trabalham. Nem Freud, nem Nietzsche e nem Jesus Cristo confiavam no povo. Jesus foi crucificado pelo voto popular, pelo proprío povo, que elegeu Barrabás.


Durante a revolução cultural, na China de Mao-Tse-Tung, o povo queimava violinos em nome da verdade proletária. Não sei que outras coisas o povo é capaz de queimar. O nazismo era um movimento popular. O povo alemão amava o Führer.O povo, unido, jamais será vencido! Tenho vários gostos que não são populares. Alguns já me acusaram de um homem de mal gosto. Mas, que posso fazer? Gosto de Legião Urbana, de Cazuza, de Fernando Pessoa, de vinho, de carnaval, de silêncio; não gosto de churrascada, não gosto de camisa regata,não gosto de campanhas e políticos em igrejas, não gosto de música sertaneja e nem pagode, não gosto de futebol.


Tenho medo de que, num eventual triunfo do gosto do povo, eu venha a ser obrigado a queimar os meus gostos e a engolir sapos e a brincar de “boca-de-forno”, à semelhança do que aconteceu na China. De vez em quando, raramente, o povo fica bonito. Mas, para que esse acontecimento raro aconteça, é preciso que um poeta entoe uma canção e o povo escute: “Caminhando e cantando e seguindo a canção.”, Isso é tarefa para os artistas e educadores. O povo que amo não é uma realidade, é uma esperança.

domingo, 28 de novembro de 2010

Amor e Casamento*

Venho me perguntando o que faz as pessoas optarem pelo casamento se contam com outras alternativas para a vida a dois. A justificativa mais comum para o casamento é o amor. Mas devemos considerar que o amor é uma experiência cuja definição está em xeque não apenas pela quantidade enorme de casais que “já não se amam mais”, como também pelo número de pessoas que se amam, mas não conseguem viver juntas. Talvez por estas duas razões . O amor eterno enquanto dura e o amor incompetente para a convivência — nossa sociedade providenciou uma alternativa para suprir a necessidade afetiva das pessoas: relacionamentos temporários em detrimento do modelo indissolúvel.

Mas, mesmo assim, o número de pessoas que optam pelo casamento em sua forma tradicional, do tipo “até que a morte vos separe”, cresce a cada dia. Acredito que existe uma peça do quebra-cabeça que pode dar sentido ao quadro. Trata-se da urgente necessidade de desmistificar este conceito de amor que serve de base para a vida a dois. Afinal de contas, o que é o amor conjugal? Para muitas pessoas, o amor conjugal é confundido com a paixão. Paixão é aquela sensação arrebatadora que nos faz girar por algum tempo ao redor de uma pessoa como se ela fosse o centro do universo e a única razão pela qual vale a pena viver. Esta paixão geralmente vem acompanhada de uma atração quase irresistível para o sexo, e não raras vezes se confunde com ela. Assim, palavras como amor, paixão e tesão acabam se fundindo e tornando-se quase sinônimas. Este conceito de amor justifica afirmações do tipo: “sem amor nenhum casamento sobrevive”, “sem paixão, nenhum relacionamento vale a pena”, “é o sexo apaixonado que dá o tempero para o casamento”.

Minha impressão é que todas estas são premissas absolutamente irreais e falsas. Deus justificou a vida entre homem e mulher afirmando que não é bom estar só. Nesse sentido, casamento tem muito pouco a ver com paixão arrebatadora e sexo alucinante. Casamento tem a ver com parceria, amizade, companheirismo, humanismo e não com experiências de êxtase. Casamento tem a ver com um lugar para voltar ao final do dia, uma mesa posta para a comunhão, um ombro na tribulação, uma força no dia da adversidade, um encorajamento no caminho das dificuldades, um colo para descansar, um alguém com celebrar a vida, a alegria e as vitórias do dia-a-dia. Casamento tem a ver com a certeza da presença no dia do fracasso e a mão estendida na noite de fraqueza e necessidade. Casamento tem a ver com ânimo, esperança, estímulo, valorização, dedicação desinteressada, solidariedade, soma de forças para construir um futuro satisfatório. Casamento tem a ver com a certeza de que existe alguém com quem podemos contar apesar de tudo e todos.

A certeza de que, na pior das hipóteses e quaisquer que sejam as peças que a vida possa nos pregar, sempre teremos alguém ao lado. Nesse sentido, não é certo dizer que sem amor nenhum casamento sobrevive, mas sim que sem casamento nenhum amor sobrevive. Não é certo dizer que sem paixão, nenhum relacionamento vale a pena, mas sim que sem relacionamento nenhuma paixão vale a pena. Não é o sexo apaixonado que dá o tempero para a vida a dois, mas a vida a dois que dá o tempero para o sexo apaixonado. Uma coisa é transar com um corpo, outra é transar com uma pessoa. Quão mais valiosa a pessoa, mais prazeroso e intenso o sexo. Quão menos valorizada a pessoa, mais banal a transa.

Assim, creio que podemos resumir a vida a dois, entre homem e mulher, idealizada por Deus, em três palavras que descrevem um casal bem-sucedido:

Um casal bem-sucedido é um par de amantes.
Um casal bem-sucedido é um par de amigos.
Um casal bem-sucedido é um par de aliados.

São três letras A que fornecem a base de uma relação duradoura. Amante se escreve com A. Amigo se escreve com A. Aliado se escreve com A. E não creio ser mera coincidência o fato de que todas as três, amante, amigo e aliado, se escrevem com A… A de amor.

Parabéns a minha maninha Deby e seu esposo Plínio*

Ainda chego láh... rs

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Bumerangue: Você joga e ele volta !


Olá.... Desde julho sem postar nada, hoje estou de volta.. Nesses ultimos meses, tive muitas surpresas, muitas alegrias, mas também muitas decepções. Essa é um trecho da minha historia, algo que eu vivi nestes ultimos meses, ao qual eu tenho todo direito de falar e expor para vocês como forma de crescimento.
Tive a oportunidade de conhecer alguém especial... alguém em que eu anseei muito. Pedi a Deus essa oportunidade, a qual eu desperdicei. Desperdicei por tentar ajudar e reconstituir algo do passado. Uma garota linda e abençoada, a qual qualquer homem diria...
"Putz que avião"...rsrsrs
... Neste curto tempo, enxerguei novamente Deus me agraciando com mais uma oportunidade unica !

A qual eu me deixei levar pelo coração. Como diria William Shakespeare:
"O amor tem razões que a própria razão desconhece".
Sera que era amor mesmo. Hoje me pergunto... Optei por voltar atraz, dar mais uma chance a uma história intensa. Mas acabei me dando mal outra vez... acho q pela 70ª vez... rsrsrs.
Hoje já estando eu em pé novamente, penso e reflito... as pessoas estão com fome de felicidade, tentam se encontrar em cima de outras pessoas. E as vezes voltando a coisas ou seres do passado. Sendo que a felicidade, não é algo conquistado, mas sim o modo de como se vai até ela. Agem pela emoção do momento, e a pior insanidade que um ser pode cometer é deixar o que sempre sonhou e trocar pela emoção do momento.

Esses indivíduos entram em nossas vidas, para sugar algo a qual eles não conseguem ter... a felicidade nas pequenas coisas e porções. São as vezes pessoas instruidas, formadas, pessoas com um nivel social mais elevado, priveligiados assim dizendo com bens materias por deus e pela vida.... Mas creio que tudo os que esses indivíduos tem são a aparencia ou seus próprios bens. Nada do que possuem consegue comprar, um relacionamento, paz de espirito, uma amizade, um amor. E ainda se justificam pela vida com frases de grandes escritores, ou até mesmo com textos biblicos dizendo:
"O melhor de Deus ainda esta por vir", como se aquele que não foi o melhor seja um instrumento do diabo.
Enganam se, o problema são eles, que insistem em transferir a culpa e a derrota em cima de outros.

Quase nunca administram seus problemas
empurrando-os para debaixo do travesseiro, sendo que no final do dia... quando estão láh no quarto, se sentem vazios existencias. Cativam, iludem, manuseiam como se pessoas fossem objetos de seus caprichos, de suas vontades de seus desejos. Acabam com sonhos, distroem sentimentos, arrazam com corações...
Estas ações tem um nome, sentimento de posse... se transformam quando querem algo, deixam a humanidade e viram mostros sugadores, ladrões de alegria.
Como dizia Antonie de Saint-Exupéry: "Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas" ou melhor ainda: "Tudo que semearmos certamente colheremos" (Gal. 6:7). Indivíduos desumanos, que quando conseguem o que querem dizem: "Fui" ou "Você que se sujeitou a isso" . deixando para traz magoa e tristeza. Amor verdadeiro é aquele que você se realiza em ver o outro realizado, você sae no prejuizo para ver o sorriso da(o) amada(o), você doa o que tem de mais precioso, seu tempo, sua vida, para estender a mão e ver a pessoa feliz e vivendo outra vez.

"Pare e viaje comigo na parada !"
Imagine um andarilho,... ele chega até você todo sujo, largado, com fome e te pede um prato de comida.
Você humano se compadece da situação, e nem sendo Cristão ou algo parecido você não se prende em ajudar. Tú vai e preparar um rango da hora, uma refeição suculenta e dá para o "ser". Ele por sua vez, faz aquela cara de "não é o suficiente" e sem você perceber joga fora o prato de comida. Mas você viu sem querer e ficou calado,...alguns dias depois esse mesmo "ser" aparece de novo. E você com todo respeito e carinho, faz de novo um prato ainda melhor que o primeiro. Ele por sua vez até da uns bocados mas joga o restante. Ele aparece de novo, e você já nem o atende. Bom eu faria isso hoje ! para você ver que eu nem sou tão bom assim. Agora imagine Deus, colocando em sua vida oportunidades e pessoas para te ajudar, para te abençoar. E você joga fora. Mas Deus é amor, e te dá mais uma chance, e você joga fora de novo, e de novo, e de novo !!! Se acha que ELE te daria algo a mais depois de você jogar fora oportunidades, bençãos e até mesmo a vida. Meu amado(a) acho que você contaria só com o basico da vida, só com a sorte. E contar só com a sorte na vida, é considerar-se a pessoa mais azarado(a) da vida.
Minha sorte é Jesus,... Que Deus tenha misericórdia de nós mesmos.

Anderson Filho*

Permanecer

Dizem que o difícil é começar. Você já deve ter ouvido esta frase quando comentou com alguém sobre um projeto novo, uma mudança de vida ou simples hábitos e tarefas que desejava incluir no seu dia-a-dia. E é verdade, todo início realmente não é fácil. Mas há uma reflexão maior e necessária a se fazer.

Voltei das férias, por exemplo, decidido a começar uma atividade física e a perder os quilinhos que ganhei durante um mês de descanso. De imediato pensei numa academia, mas logo mudei de ideia e resolvi aproveitar os fins de tarde para caminhar pelo bairro onde estou morando agora.

Mesmo quando estamos certos daquilo que queremos e precisamos fazer, é complicado encontrar forças suficientes para começar. Em meio a essa guerra de vontades inventamos muitas desculpas para os outros e até para nós, a fim apenas de adiar a atitude. Mas, depois de planejar por várias vezes, finalmente comecei a caminhar. Foram dias seguidos de muito esforço. Não demorou muito tempo para o resultado aparecer e, então, simplesmente PAREI.

Como assim? Por que parar o que está dando certo? Os resultados não são suficientes? Realmente há uma contradição nisso tudo e, infelizmente, ela é mais comum do que se imagina em diversos setores da nossa vida. Aquilo que seria um motivo para nos fazer continuar acaba se tornando uma comodidade capaz de nos parar.

Não se acomode com os primeiros resultados, eles podem te enganar. Quantas pessoas vão médico, começam a tomar medicamentos e na primeira melhora interrompem o tratamento. Apesar da aparente cura, o organismo precisava de outras doses do antibiótico para vencer completamente as bactérias, que logo podem voltar, agora, ainda mais fortes.

Muitos até começam a gerar frutos, mas poucos são os que permanecem. Se depois de produzir as uvas o ramo não permanecer ligado a Videira, para nada mais serve e logo será queimado pelo Agricultor.

Não adianta apenas dar o primeiro passo e não continuar a caminhada. Se sua primeira meta já foi cumprida, estabeleça outras. Se o seu objetivo inicial era andar dois mil metros, ande quatro, depois cinco, seis, sete… Quando você perceber, já estará correndo.

Paz e sucesso!
por Juliano Matos

segunda-feira, 21 de junho de 2010

domingo, 20 de junho de 2010

Eu...

Eu... não sei amar pela metade; nunca soube. Aliás, não se trata só de amor, mas de qualquer tipo de sentimento.
Não sinto nada mais ou menos, ou eu gosto ou não gosto. Sou assim... Não sei sentir em doses homeopáticas.
Eu sei amar, carinho pra mim é outro sentimento. Preciso e gosto de intensidade, mesmo que ela seja ilusória e se não for assim, prefiro que não seja.
Não tenho apetite mais para viver histórias medíocres, emocionalismo bobo, paixões não correspondidas e pessoas água com açúcar. Chega !!!!


Não sei brincar e ser café com leite. Hoje... depois de anos... Amei, e ainda amo, tenho certeza disso... Mas só quero na minha vida pessoas que transpirem adrenalina,... de alguma forma que tenha coragem suficiente pra me dizer o que sente antes, durante e depois,... ou que invente boas histórias caso não possa vivê-las... rsrsrs.

Porque eu "acho" sempre muitas coisas, e sei que isso é um defeito,... porque tenho uma mente fértil, delirante, sonhadora.... e porque posso "achar errado", e isso é normal sem crise,... e ter que me desculpar as vezes, e pedir desculpas embora o faça sem dificuldade se me provarem ou mesmo meu bom senso me dizer que eu estraguei tudo "achando" o que não devia.

Quero uma grande história,... quero um amor intenso,... quero o mais, o demais ou o nada. Não me importa o que é de verdade ou que esta tentando em chegar láh..., mas tem que me convencer, extrair o máximo do meu prazer e me fazer crer que é para sempre quando eu digo convicto que tudo dura para sempre, Porque só assim eu me divirto e é só isto que me interessa.

Aprendi que a felicidade está nas pequenas coisas da vida pequenos gestos... gestos daqueles que você nunca espera. Por que as macro coisas da vida que tanto desejamos, pode vir a perder a graça no final. Depois de ter conquistado.
Coisas que acontecem naturalmente são mais excitantes. Aprendi que palpites de terceiros e me desculpem ,mais pouco me importa. Que as pessoas que “vivem” a cuidar da minha vida, são aquelas sem ocupação, sem princípios,sem bom senso nenhum.

A escola chamado “VIDA” é a melhor coisa do mundo ,foi lá que comecei a lidar com a vida em si, como meu proprio EU,... láh que conheci a dor, derrotas, desprezos,... e o melhor pessoas maravilhosas, inesquecíveis, pessoa e pessoas que carrego até hj em meu coração.
Aprendi que amar é algo inevitável... e se na vida esse amor te cobrar mais de sua postura,... entregue-se totalmente. Afinal ,ninguém nunca morreu de amor... rsrsrs.

Hoje... Dois caminhos, duas historias, um novo começo ou reescrever a mesma historia, mas agora com outro final.
Não despreze o dias dos começos humildes (Zac 4:10)...
Deus trata você, assim como você éh. Então seja você mesmo...

Anderson Filho*


quarta-feira, 16 de junho de 2010

Para ganhar é preciso perder*


A escolha faz parte da nossa história, do primeiro ao último dia de vida. Desde o nome que recebemos até o lugar onde seremos enterrados. Todos os dias lidamos com grandes e pequenas decisões. Algumas muito simples, como a cor da roupa que vamos usar, o caminho que vamos fazer até o trabalho ou o que vamos comer no almoço ou no jantar. Mas há também escolhas complexas, como a profissão a seguir, com quem casar, onde morar e tantas outras que podem interferir numa vida toda.

Decidir não é tão fácil assim como parece. Isso porque toda escolha gera uma consequência. Temos chance de acertar ou errar, de ter sucesso ou fracasso, de conviver com a convicção ou com o arrependimento. Diante desses riscos, muitas vezes preferimos adiar a decisão ou simplesmente deixar que escolham por nós.

Temos medo da mudança, do novo e daquilo que nem sabemos o que é. Por isso é bem mais fácil continuar na zona de conforto, na comodidade de nossas vidas. No entanto é na OMISSÃO que os fracos se escondem. A pior falha não é ter tomado a decisão errada e sim ter deixado de tomá-la.

Talvez seja necessário renunciar muitas coisas e isso também não é nada fácil, já que temos dificuldade de identificar e abandonar aquilo que está morto nas nossas vidas. Mas há um Conselheiro sempre pronto a nos orientar e a nos mostrar exatamente o que, quando e como fazer.

Então, mesmo que você sinta dor e até seja criticado por sua decisão, deixe a covardia para trás, seja forte e corajoso. Confie no Conselheiro e nunca se esqueça que para ganhar às vezes é preciso perder.

Paz e sucesso!.......
Jüliano Matos*